Papangu’ na UFRN causa revolta com cena de nudez total no palco
Espetáculo Papangu na UFRN provoca polêmica após artista Alexandre Américo aparecer completamente nu em cena com corpo pintado e adereço na cabeça
Por ContraFatos 14/05/2026 Atualizado em 14/05/2026
Espetáculo 'Papangu' Na UFRN Gera Polêmica Com Artista Completamente Nu No Palco
Apresentação artística com nudez total provoca onda de críticas nas redes sociais
Uma produção artística realizada na UFRN (Universidade Federal do Rio Grande do Norte) tornou-se alvo de intensa controvérsia após a divulgação de vídeos nas redes sociais. O motivo da polêmica: o artista Alexandre Américo aparece completamente nu em cena durante o espetáculo intitulado “Papangu”, com o corpo coberto apenas por tinta e um adereço na cabeça.
Onde e quando aconteceu a apresentação
O espetáculo foi exibido nesta semana na Galeria Laboratório do Departamento de Artes, dentro do campus da UFRN. A entrada era gratuita e a classificação indicativa estabelecida foi para maiores de 18 anos.
Leitura
Projeto financiado com recursos públicos federais e estaduais
De acordo com o release oficial de divulgação, o projeto “Papangu” foi contemplado nos editais de Fomento à Dança e Apoio à Cultura Negra. A produção conta com o respaldo de diversas instâncias do poder público. Entre os apoiadores estão a Fundação José Augusto, a Secretaria de Estado da Cultura do RN, o Sistema Nacional de Cultura, a Política Nacional Aldir Blanc, o Ministério da Cultura e o Governo Federal.
Repercussão e reações
Os vídeos da apresentação se espalharam rapidamente pelas redes sociais, gerando forte repercussão. Internautas publicaram críticas à nudez do artista durante o espetáculo e questionaram o uso de recursos públicos para financiar a produção. A cena em que Alexandre Américo aparece sem roupas, com o corpo pintado e utilizando apenas um adereço de cabeça, concentrou a maior parte das contestações.
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O debate levanta, mais uma vez, discussões sobre os limites da expressão artística em espaços públicos e instituições de ensino, bem como sobre a destinação de verbas de fomento cultural no país.