POLÍTICA

Partido Novo recorre ao STF para exigir cadastro nacional de condenados por crimes sexuais

Partido Novo ajuizou ação no STF cobrando a criação do cadastro nacional de condenados por estupro e pedofilia previsto em lei

Ação aponta omissão do poder público na criação de banco de dados sobre estupradores e pedófilos previsto em lei

A ministra Cármen Lúcia, do Supremo Tribunal Federal (STF), já requisitou informações com urgência ao Ministério da e Segurança Pública e ao Conselho Nacional de Justiça após o Partido Novo protocolar uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF 1328) na Corte. Os dois órgãos terão prazo de cinco dias para apresentar respostas. Em seguida, a Advocacia-Geral da União e a Procuradoria-Geral da República contarão com prazo sucessivo de três dias para se manifestar.

O que o Novo alega na ação

No centro da disputa está a não implementação dos cadastros nacionais destinados a reunir dados sobre pessoas condenadas por estupro, pedofilia e outros crimes sexuais. As Leis 14.069/2020 e 15.035/2024 preveem a criação desses bancos de dados, cujo propósito é tornar públicas as informações sobre os condenados e garantir acesso a cidadãos, famílias e instituições públicas ou privadas.

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