Lançamento do SBT News gera críticas, debate sobre imparcialidade da mídia e forte reação nas redes sociais
A apresentadora Patrícia Abravanel registrou uma queda de cerca de 1 milhão de seguidores nas redes sociais após participar do evento de lançamento do SBT News, realizado em São Paulo. A cerimônia contou com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, da primeira-dama Janja da Silva e de diversas autoridades ligadas ao governo federal e ao Judiciário. As informações são da Folha do Estado.
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O encontro, planejado para apresentar o novo canal de jornalismo 24 horas do SBT, acabou se transformando em foco de críticas direcionadas à apresentadora, especialmente pela composição do público e pelo simbolismo político do evento.
Presença de autoridades amplia críticas ao lançamento
Além de Lula e Janja, o lançamento reuniu o vice-presidente Geraldo Alckmin, ministros, representantes do Judiciário e governadores. Para críticos, a presença maciça de figuras do campo governista deu ao evento um caráter que extrapolou o âmbito empresarial e jornalístico.
A participação dessas autoridades reforçou, entre parte do público, a percepção de proximidade institucional do novo projeto com atores da esquerda, justamente no momento de maior visibilidade pública do canal.
Desgaste para Patrícia Abravanel
Enquanto o lançamento ganhava dimensão política, Patrícia Abravanel passou a enfrentar o impacto direto da associação pública ao evento. Usuários das redes sociais passaram a questionar o posicionamento da apresentadora e a discutir possíveis reflexos dessa aproximação no perfil editorial do SBT News.
A repercussão negativa se espalhou ainda durante a cerimônia, acompanhada por acusações de falta de imparcialidade da mídia. Segundo a Folha do Estado, a intensidade da reação teria provocado a perda aproximada de 1 milhão de seguidores nas plataformas digitais.
Evento também serviu de palco para recados políticos
Nos bastidores e no palco, o lançamento reuniu personagens de diferentes áreas, mas foram os discursos de representantes do Executivo e do Judiciário que definiram o tom do evento.
Pela primeira vez desde a retirada de seu nome da lista de sanções da Lei Magnitsky, o ministro Alexandre de Moraes fez declarações públicas. Horas após ser excluído da relação de sancionados pelos Estados Unidos, Moraes afirmou que “a verdade prevaleceu”, classificando a decisão como uma “tripla vitória”: “do Judiciário, da soberania nacional e da democracia”.
O ministro também destacou que a Corte seguirá atuando com “imparcialidade, seriedade e coragem”, declaração interpretada por analistas como uma reafirmação política da legitimidade institucional de sua atuação.
Lula celebra decisão dos EUA
O presidente Lula também comemorou publicamente a retirada das sanções contra Moraes. Segundo ele, o gesto representou “uma vitória do Brasil”. Em tom descontraído, o presidente lembrou que a decisão ocorreu às vésperas do aniversário do ministro, que completa 57 anos neste sábado.
“Foi quase um presente”, afirmou Lula, reforçando simbolicamente a aproximação entre Executivo e Judiciário diante do público presente no evento.
PTA, TEM E QUE MORRER
Cambada de desgraçados, miseráveis.