OPINIÃO

Perdão judicial à mãe de Henry Borel: quando a toga vira palanque ideológico

Perdão judicial à mãe de Henry Borel com base em argumento de gênero provoca indignação e expõe ativismo ideológico no Judiciário brasileiro

Decisão que transforma militância identitária em sentença judicial provoca indignação generalizada e expõe os limites do ativismo togado

Existe um limite para o uso da caneta judicial como instrumento de causa. A juíza que concedeu “” a Monique Medeiros — mãe do pequeno Henry Borel, de apenas 4 anos, espancado até a morte pelo padrasto — decidiu que esse limite não se aplica a ela.

A sentença não se contentou em absolver uma ré condenada por omissão diante do do próprio filho. Foi além. Muito além.

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