BRASIL

Perdão judicial a Monique Medeiros é ‘tapa na cara da sociedade’, afirma promotora do MP de São Paulo

Promotora do MP de São Paulo critica perdão judicial concedido a Monique Medeiros no caso Henry Borel e questiona credibilidade do sistema penal

Decisão que livrou mãe de Henry Borel de punição gera indignação entre membros do Ministério Público

A libertação de Monique Medeiros após o perdão judicial concedido pela do Rio de Janeiro no caso da morte de seu filho Henry Borel, de 4 anos, provocou reações duras no meio jurídico. A promotora de Justiça em Último Grau do Colégio Recursal do Ministério Público de São Paulo, Celeste Leite dos Santos, classificou o desfecho como um ataque à credibilidade do sistema penal do país.

Condenação de Dr. Jairinho e desclassificação do crime de Monique

O julgamento pelo da Capital do Rio de Janeiro, presidido pela juíza Elizabeth Machado Louro, resultou em caminhos opostos para os dois réus. Jairo Souza Santos Júnior, o , namorado de Monique à época dos fatos, recebeu de 43 anos, nove meses e 20 dias de prisão pelos crimes de duplamente qualificado, tortura e coação no curso do processo.

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