Pesquisa indica cenário desastroso para reeleição de Lula e revela impacto da ausência de Bolsonaro em 2026
Pesquisa Ipec mostra rejeição à reeleição de Lula e influência de Bolsonaro mesmo inelegível, tornando 2026 incerto.
Por ContraFatos 11/12/2025 Atualizado em 11/12/2025
O presidente Lula (PT). Foto: Evaristo Sa / AFP
Pesquisa Ipec mostra alta rejeição ao governo Lula e influência contínua de Bolsonaro mesmo fora da disputa, apontando incerteza para 2026
A ausência de Jair Bolsonaro na eleição presidencial de 2026 é considerada negativa por 49% dos brasileiros, de acordo com pesquisa Ipec divulgada na terça-feira (9). O levantamento revelou que a inelegibilidade e prisão do ex-presidente são vistas como fatores que prejudicam o debate eleitoral, enquanto 40% enxergam a situação como positiva e apenas 6% se dizem indiferentes.
Mesmo fora da disputa, Bolsonaro mantém forte influência no cenário político, segundo os dados, reforçando seu peso como figura central mesmo impedido de concorrer.
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Lula enfrenta alta rejeição e resistência à reeleição
A pesquisa também avaliou a percepção do eleitorado em relação ao atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Para 56% dos entrevistados, Lula não merece ser reeleito em 2026, enquanto 40% afirmam que ele deveria continuar no cargo.
Ainda mais contundente é o dado de que 57% acreditam que Lula nem deveria disputar um novo mandato. Esses números representam uma rejeição significativa ao governo atual e indicam desgaste político expressivo, mesmo antes do início oficial do processo eleitoral.
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Cenário para 2026 torna-se incerto e abre espaço para novas candidaturas
Com a pressão crescente sobre o Palácio do Planalto, o governo Lula é forçado a reavaliar estratégias e a buscar ampliar sua base de apoio. Analistas políticos apontam que a forte rejeição popular ao presidente em exercício pode impulsionar candidaturas alternativas em 2026.
A combinação entre a ausência de Bolsonaro na disputa e o alto índice de rejeição a Lula contribui para um cenário eleitoral cada vez mais imprevisível, em que novas lideranças podem ganhar protagonismo.