Na parcela de eleitores do ativista Renan Santos (Missão), ligado ao Movimento Brasil Livre (MBL), quase metade — 48% — declarou que escolheria Flávio Bolsonaro no segundo turno. Já 23% iriam para Lula, outros 23% votariam nulo ou em branco, e 6% permaneciam indecisos.
Os apoiadores de Ronaldo Caiado (PSD) também indicaram preferência pelo senador do PL: 42% migrariam para Flávio, 30% se inclinariam a Lula e 28% votariam nulo, em branco ou não compareceriam.
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Entrar no grupo Já entre os eleitores de Augusto Cury (Avante), a maior parcela — 38% — disse que votaria nulo, em branco ou não voltaria às urnas. Na sequência, 34% afirmaram intenção de apoiar Flávio Bolsonaro e 27% declarariam voto em Lula. Apenas 1% desse grupo está indeciso.
Primeiro turno mostra Lula na liderança, mas com disputa apertada
A uma semana da votação, o cenário de primeiro turno coloca Lula com 39% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro aparece logo atrás, com 34%. O escritor Cury e o ex-governador Caiado empatam na terceira posição, com 4% cada. Renan Santos soma 3%, e Zema, 1%.
Oscilação dentro da margem de erro beneficia Lula no 2º turno
Embora a transferência de votos favoreça proporcionalmente o candidato do PL, houve uma leve oscilação positiva para o petista em relação à semana anterior. No levantamento passado, Lula registrava 41% e Flávio, 42%. Agora ambos marcam 42%. A variação, contudo, está dentro da margem de erro de dois pontos percentuais.
Decisão de voto ainda pode mudar para parte significativa do eleitorado
Para 76% dos eleitores consultados, a escolha para presidente já é definitiva. No entanto, 23% admitem que ainda podem mudar de ideia. O perfil mais volátil, segundo a Quaest, está entre os apoiadores de Caiado — dos quais 63% não consideram o voto definitivo — e de Renan Santos, com 60% nessa condição. Mais da metade dos eleitores de Cury (53%) e dos que pretendem votar em branco ou nulo (51%) também declararam possibilidade de mudança até 4 de outubro.
Pesquisa espontânea mostra queda de indecisos
Na modalidade espontânea da pesquisa — quando o entrevistado cita um nome sem ver a lista de candidatos —, o número de indecisos caiu significativamente apenas neste mês, passando de 42% para 31%. Nessa sondagem, Lula foi mencionado por 31% dos entrevistados e Flávio Bolsonaro, por 27%. Outros 8% citaram nomes diversos e 3% responderam branco, nulo ou que não votariam.