Em julho, os números eram 45% para Lula e 37% para Flávio, o que significava uma vantagem de oito pontos do presidente — agora reduzida significativamente.
Caiado avança um ponto e Renan Santos sobe dois
Ronaldo Caiado (PSD), ex-governador de Goiás, também conseguiu encurtar a distância para Lula. Na simulação de agosto, o petista marca 45% contra 37% de Caiado. No mês anterior, o placar era de 45% a 36%.
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Entrar no grupo Os votos brancos, nulos e de eleitores que não pretendem comparecer às urnas caíram de 15% para 14%. O índice de indecisos permaneceu em 4%.
Já Renan Santos (Missão), integrante do MBL, teve avanço de dois pontos percentuais. Ele passou de 33% em julho para 35% em agosto, enquanto Lula se manteve estável em 45% das intenções de voto. Brancos, nulos e os que não vão votar recuaram de 18% para 16%. Os indecisos seguem em 4%.
Zema é o único que não reduziu a desvantagem
Na contramão dos demais adversários, Romeu Zema (Novo) foi o único candidato que não conseguiu diminuir sua desvantagem para Lula no segundo turno. O ex-governador de Minas Gerais marca 34% contra 46% do petista.
Em julho, os números eram de 35% para Zema e 45% para Lula, o que indica que o presidente até ampliou ligeiramente sua vantagem nesse confronto. O patamar de brancos, nulos e de quem não vai votar ficou estável em 16%, assim como o de indecisos, em 4%.
Cenário de primeiro turno: Lula lidera com 39%
No cenário de primeiro turno, Lula aparece na liderança com 39% das intenções de voto. Flávio Bolsonaro ocupa o segundo lugar com 30%. Em seguida vêm Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD), ambos com 4%, e Romeu Zema (Novo), com 2%.
Nenhum outro candidato ultrapassa a marca de 1%. Os eleitores indecisos somam 10%, e aqueles que votariam em branco, nulo ou não iriam votar representam 8%.
Detalhes técnicos da pesquisa
O levantamento da Quaest foi realizado por meio de entrevistas presenciais (face a face) com 2.004 pessoas entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
A pesquisa foi registrada no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-06591/2026.