No campo dedicado à identidade de gênero, o sistema traz a descrição de que se trata da “percepção individual de gênero de cada pessoa”.
Preenchimento vinculado a oportunidades de carreira
De acordo com o comunicado, preencher a autodeclaração é descrito como “fundamental para o acesso a oportunidades de desenvolvimento de carreira”. A estatal menciona, entre os exemplos, “processos seletivos exclusivos para algumas funções e oportunidades internas” e programas de mentoria voltados à formação de lideranças.
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Entrar no grupo Além da identidade de gênero, a empresa também solicita informações sobre etnia racial. Segundo a Petrobras, a autodeclaração racial possui previsão legal e contribui para “dar mais visibilidade à diversidade da força de trabalho”, além de fortalecer grupos considerados historicamente sub-representados.
Objetivo declarado: ampliar ações de diversidade
Conforme o texto enviado aos funcionários, a iniciativa tem como propósito ampliar o conhecimento sobre o perfil da força de trabalho e robustecer as ações de diversidade e inclusão dentro da companhia.
“As informações fornecidas são tratadas com confidencialidade e responsabilidade, em conformidade com a legislação vigente, e utilizadas exclusivamente para fins estatísticos e de gestão de pessoas”, afirma o comunicado.
Contexto e repercussão
A Petrobras, presidida por Magda Chambriard, já havia sido alvo de reportagem da Revista Oeste sobre a adoção de políticas consideradas alinhadas à agenda woke. A matéria “A Petrobras virou woke” foi publicada na Edição 209 da publicação.
A medida reacende o debate sobre o papel de estatais brasileiras na implementação de políticas de diversidade e inclusão, especialmente quando atreladas a processos internos de desenvolvimento profissional e seleção para cargos.