Porém, como o Banco Master foi dissolvido no decorrer da investigação, não há confirmação sobre quanto efetivamente foi desembolsado.
Vorcaro foi preso em 17 de novembro, no momento em que tentava embarcar para o exterior em um jatinho particular. Ele foi libertado dias depois por decisão da desembargadora Solange Salgado, do TRF-1. Outros seis executivos da instituição também foram detidos na operação.
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Entrar no grupo Pagamentos ao escritório de Viviane eram tratados como prioridade, aponta PF
O Globo relata que mensagens internas apreendidas pela Polícia Federal indicam que os repasses ao escritório de Viviane eram considerados prioridade absoluta, mesmo quando o Master já apresentava sinais de crise financeira.
O contrato tinha objeto amplo, autorizando o escritório a representar o banco em várias frentes jurídicas.
Até o momento, nem o escritório de Viviane Barci, nem o Banco Master, e nem o ministro Alexandre de Moraes comentaram o caso.
Atuação do escritório: queixa-crime contra investidor da Esh Capital
Entre as ações assinadas por Viviane Barci em nome do Master, destaca-se uma queixa-crime apresentada em abril de 2024 contra o investidor Vladimir Timerman, da Esh Capital.
A petição, protocolada por Vorcaro e pelo banco, acusa Timerman de calúnia por declará-lo envolvido em operações fraudulentas entre a Gafisa e o Fundo Brazil Realty, do qual o Master era cotista. A defesa alegou que as afirmações buscavam “atingir de forma criminosa a honra” dos querelantes.
O documento também foi assinado pelos filhos do ministro Alexandre de Moraes, Alexandre Barci de Moraes e Giuliana, mais outros dez advogados.
A queixa-crime foi rejeitada em duas instâncias, mas ainda cabe recurso.