Caso ficou concentrado no gabinete do chefe da PGR
Em fevereiro de 2025, foi revelado que o inquérito, por envolver diretamente o chefe do Executivo, havia sido encaminhado à assessoria criminal do gabinete do procurador-geral, Paulo Gonet. A partir desse encaminhamento, o procedimento deixou de avançar.
Desde então, nenhuma nova diligência foi tornada pública, e o caso permaneceu sem movimentações conhecidas até o encerramento definitivo.
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Entrar no grupo Arquivamento ocorreu na virada do ano
Na virada do ano, a apuração foi arquivada por decisão monocrática no próprio gabinete de Paulo Gonet, na PGR. A decisão pôs fim ao inquérito sem que houvesse manifestação pública sobre o mérito das suspeitas levantadas.
Tanto o conteúdo da decisão quanto a fundamentação utilizada para o arquivamento permanecem sob sigilo, o que impede o acesso a detalhes sobre as razões que levaram ao encerramento do procedimento.
Justificativa também permanece em sigilo
Até o momento, não foram divulgadas informações oficiais que expliquem por que a investigação foi arquivada nem se houve análise conclusiva sobre as condutas questionadas. A ausência de transparência se estende inclusive à motivação jurídica adotada pela PGR para encerrar o caso.
Com o arquivamento, a apuração sobre gastos presidenciais, visitas ao Planalto e eventual descumprimento da Lei de Acesso à Informação não terá novos desdobramentos no âmbito do Ministério Público.