“A política tem um monte de problema, tá tudo errado, tem um monte de coisa errada. Ah, Fábio, você não vai falar do PT? Cara, já falei um monte do PT, já falei um monte. Só que acontece o seguinte, a gente saiu de um cara que tentou um golpe de Estado, provado né, tá preso porque tentou um golpe de Estado, para uma política onde agora tem roubo”, declarou.
Crítica à estratégia de nivelar todos os políticos
Em outro trecho da entrevista, Porchat comentou o que considera uma estratégia recorrente da classe política: tratar todos os agentes públicos como iguais, independentemente de condutas individuais. Para ele, essa generalização enfraquece a cobrança social e facilita a continuidade de práticas irregulares.
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Entrar no grupo “E o que eles fazem, esses políticos? Eles gostam que tudo seja farinha do mesmo saco, porque aí você fala, é tudo política, é tudo ladrão, quando tudo é tudo, tudo vira nada. Então a gente aceita, e a gente deixa ir acontecendo, e acho que esse é o grande problema”, afirmou.
Avaliação dura sobre instituições e cobrança popular
O apresentador também fez uma avaliação crítica sobre diferentes instituições do país, ressaltando que, em sua visão, há uma predominância de figuras problemáticas em diversas esferas de poder, embora reconheça exceções.
“A gente tem alguns bons nomes lá no Congresso, por isso que eu não digo que é 100%, mas 90% é podre, podre, Senado, Congresso, STF, podre. Mas a gente precisa cobrar disso, a gente precisa mudar isso”, completou.
A fala voltou a repercutir em meio a debates recentes sobre corrupção, responsabilização de autoridades e o papel da sociedade na fiscalização do poder público.