POLÍTICA

Procurador do MP de São Paulo diz que não conseguirá pagar contas após STF limitar penduricalhos

Procurador do MPSP critica corte de penduricalhos pelo STF, relata queda salarial de R$ 54 mil para R$ 30 mil e convoca protesto

Decisão do Supremo reduziu salário de R$ 54 mil para R$ 30 mil, segundo o próprio procurador

A limitação dos chamados penduricalhos pelo Supremo Tribunal Federal (STF) gerou forte reação entre membros do funcionalismo público. Um dos casos mais emblemáticos é o do procurador de Justiça Luiz Roberto Cicogna Faggioni, integrante do Ministério Público de São Paulo (MPSP), que se manifestou publicamente contra a medida e mobilizou colegas para um .

Remuneração que ultrapassava R$ 100 mil

De acordo com o Portal da Transparência do MPSP, Faggioni recebeu R$ 147 mil líquidos em abril. Conforme apurou o jornal O Estado de S. Paulo, o próprio procurador justificou que esse montante foi excepcional, pois incluía o pagamento de férias acumuladas. Nos meses anteriores, seus vencimentos líquidos oscilaram entre R$ 52 mil e R$ 83 mil.

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