POLÍTICA

Promessa não cumprida: Lula repete discurso da picanha e agora inclui alcatra e maminha enquanto preços disparam

Lula volta a prometer picanha ao povo e inclui alcatra e maminha, mas dados mostram que preços da carne e alimentos só subiram no mandato

Mesmo sem cumprir promessa de campanha de 2022, presidente volta a falar em carne de qualidade para os pobres em evento na Bahia

Três anos após prometer que o povo brasileiro voltaria a comer , o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) redobrou a aposta retórica. Desta vez, ampliou o cardápio: além da picanha, mencionou alcatra e maminha como itens que o trabalhador merece ter à mesa. O problema é que os números mostram o oposto do que o discurso sugere — a carne e os alimentos em geral ficaram drasticamente mais caros desde o início do atual mandato.

O cenário real: carne bovina acumula alta de 45%

Enquanto Lula discursa sobre alimentação digna, dados concretos expõem a distância entre a promessa e a realidade. Durante o mandato do petista, a carne bovina registrou aumentos expressivos. Somente em 2024, o reajuste foi de 8,7% — o maior em três anos. Levantamento da USP, com dados agrupados de 2024 e 2025, aponta que no atacado em São Paulo o aumento do produto chegou a 45%.

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