Redes sociais e pico de interações
O acompanhamento foi feito em plataformas como Facebook, Instagram, X, YouTube e Reddit, além de sites de notícias. A coleta usou palavras-chave relacionadas ao julgamento. O pico ocorreu às 13h, durante a sessão do STF.
Hashtags e mobilização
Apoiadores do ex-presidente lideraram a campanha digital com a hashtag #BolsonaroFree, defendendo a tese de perseguição política e questionando a legalidade do processo. Entre os favoráveis à condenação, as manifestações se dispersaram em termos como #Bolsonarocondenado, “soberania é justiça” e #BolsonaroNaCadeia.
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Entrar no grupo Segundo a Quaest, o campo pró-julgamento não apresentou a mesma coordenação que a base de apoio a Bolsonaro, o que favoreceu a direita na disputa de narrativas digitais.
Um exemplo do engajamento foi a postagem da senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que pediu a suspensão do julgamento alegando irregularidades reveladas por Eduardo Tagliaferro, ex-assessor de Alexandre de Moraes no TSE. Sua publicação superou 350 mil visualizações até as 20h40.
Comparações com outros episódios
A Quaest comparou o volume atual com eventos anteriores:
- Operação da PF contra Bolsonaro (18/7): mais de 70 mil menções por hora;
- Decretação da prisão domiciliar (4/8): cerca de 50 mil menções por hora;
- Sanções da Lei Magnitsky contra Moraes (28/7 a 1/8): cerca de 30 mil menções por hora.
O julgamento também elevou as buscas no Google, especialmente sobre como assistir à sessão ao vivo, com pico entre 9h e 13h.
Além de Bolsonaro, são réus no mesmo processo Alexandre Ramagem, Almir Garnier Santos, Anderson Torres, Augusto Heleno, Mauro Cid, Paulo Sérgio Nogueira e Walter Braga Netto. A análise começou com a leitura do relatório do ministro Alexandre de Moraes e as sustentações orais da PGR e das defesas.