Relator afirma que não cedeu a pressões
Ao anunciar a conclusão do relatório, Gaspar destacou o enfrentamento de obstáculos ao longo das investigações.
“Em nome dos aposentados e pensionistas, não nos curvamos aos poderosos de Brasília, faremos Justiça! A esperança vencerá o arbítrio e a corrupção. Obrigado, Deus!”, afirmou.
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Entrar no grupo Votação ocorre sob prazo apertado
A leitura e votação do relatório devem ocorrer ainda nesta sexta-feira, em meio à proximidade do encerramento dos trabalhos da comissão.
O prazo foi mantido após o Supremo Tribunal Federal derrubar a decisão do ministro André Mendonça, que havia determinado a prorrogação da CPMI por mais 60 dias.
Suspeitas envolvendo Lulinha
Segundo o relatório, recaem sobre Lulinha suspeitas de ter recebido R$ 300 mil oriundos do esquema de descontos ilegais em benefícios previdenciários.
As investigações apontam ligação com Antônio Carlos Camilo Antunes, apontado como operador do esquema.
Intermediação e movimentações financeiras
O documento também menciona uma possível conexão entre Lulinha e Roberta Luchsinger, que teria atuado como intermediária financeira.
Uma das evidências citadas é a presença da expressão “o filho do rapaz” em conversas interceptadas pela Polícia Federal, interpretada pelos investigadores como referência ao filho do presidente.
Defesa nega irregularidades
A defesa de Lulinha nega qualquer envolvimento em práticas ilegais ou participação no esquema investigado.
Caso envolve desvios bilionários
A CPMI apura um esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), considerado um dos maiores casos recentes de fraude envolvendo recursos públicos.
O relatório final agora será analisado pelos parlamentares, que decidirão se aprovam ou não os pedidos de indiciamento.