Em seguida, outro trecho do vídeo simula uma espécie de depoimento. O personagem “Vorkar” é convidado a falar “com calma e tranquilidade” e passa a descrever alguém identificado como “o careca de bata preta” — uma referência velada a um ministro do Supremo Tribunal Federal. A descrição inclui acusações de que essa figura “já foi advogado do PT”, seria “o anulador de provas”, “adora viajar de jatinho do Banco Master” e “leva uma bolada do caso Master”.
Quiz satírico sobre escândalos no governo Lula
O vídeo também inclui um quadro de perguntas e respostas no estilo quiz, intitulado “Passa ou Trapassa?”. A questão apresentada é: “Qual dos maiores casos de corrupção da história do Brasil foram no governo Lula?”, com as alternativas sendo o Escândalo do INSS, o Petrolão, o Mensalão e, por fim, a opção “D. Todos foram no governo Lula” — indicando a resposta que a paródia considera correta.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo Referências ao luxo e à impunidade fecham o episódio
No encerramento, uma personagem feminina aparece dizendo: “Eu sou o luxo, meu maridinho não me nega nada, eu nasci para brilhar, ter dinheiro não é pecado, o problema é não saber usar.” O vídeo termina com a repetição enfática da pergunta “O que é intocável?”, reforçando o título do episódio e a insinuação de que determinadas autoridades estariam blindadas contra qualquer tipo de responsabilização.
A publicação foi acompanhada da legenda “Passa ou Trapaça? 🎯🇧🇷 – Episódio 06, Os Intocáveis” e incluiu a assinatura irônica “Zé Ré Má” — um trocadilho com o próprio nome do governador.
Contexto político e repercussão
A série de vídeos publicada por Zema nas redes sociais tem se tornado uma marca de sua comunicação política, com linguagem voltada ao público digital e tom abertamente crítico ao governo federal, ao PT e ao STF. O sexto episódio ganha peso adicional no contexto das investigações e polêmicas envolvendo o Banco Master, tema que tem dominado o noticiário político-econômico nas últimas semanas e gerado questionamentos sobre possíveis ligações entre o setor financeiro e autoridades públicas.
Até o momento da publicação, nem o STF nem os citados direta ou indiretamente no vídeo se manifestaram sobre o conteúdo compartilhado pelo governador mineiro.