“Eu estou entre amigos e acho que eu estava do lado errado. Eu decidi renunciar à minha candidatura ao Senado para apoiar minhas candidatas Michelle e Bia Kicis”, declarou Fonseca.
Ele complementou destacando que o cenário político exige unidade: “Independente de nomes, nós temos uma batalha para ser vencida: da direita contra a esquerda.”
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Entrar no grupo Compromisso de engajamento na campanha de Bia Kicis
Além de manifestar apoio formal, Ronaldo Fonseca sinalizou que participará ativamente da campanha de Bia Kicis. Em tom combativo, dirigiu-se diretamente à candidata do PL.
“Bia, eu quero andar com você nos quatro cantos da cidade. Se eu puder te ajudar, a esquerda não vai te tratorar. Nós vamos todos rumo à vitória.”
Anúncio feito durante evento da coligação de Celina Leão
A desistência foi comunicada em um evento da coligação da governadora Celina Leão (PP), que contou com a presença de representantes de 12 partidos de centro e direita. Michelle Bolsonaro e Bia Kicis também estiveram no encontro. A própria candidata à reeleição Celina Leão fez o anúncio oficial da renúncia de Fonseca.
Candidatura de baixo desempenho nas pesquisas
A decisão de Fonseca chegou em um momento em que sua candidatura apresentava números modestos. Na pesquisa Igape/Record divulgada no domingo, 27, ele registrava apenas 2,1% das intenções de voto para o Senado.
Advogado, escritor e pastor da Assembleia de Deus, Ronaldo Fonseca é natural de Volta Redonda (RJ) e disputava pela primeira vez uma vaga no Senado Federal. Sua saída da corrida eleitoral reforça a estratégia da direita no Distrito Federal de concentrar forças em menos candidatos para ampliar as chances de vitória.