O Senador Norte Americano Shane David Jett, Do Partido Republicano De Oklahoma O Senador Norte Americano Shane David Jett, Do Partido Republicano De Oklahoma

Senador dos EUA chama prisão de Bolsonaro de “ditadura judicial” e declara apoio irrestrito ao ex-presidente

Shane Jett critica atuação de Moraes, menciona sanções e aponta cenário institucional “crítico” no Brasil

O senador norte-americano Shane Jett, integrante do estadual de Oklahoma, publicou neste domingo uma crítica contundente à prisão preventiva de Jair , decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Tribunal Federal (STF). Em texto divulgado no X, o republicano afirmou que o caso revela uma “situação institucional crítica” no e que o país estaria sob uma “ditadura judicial”.

Segundo Jett, a concentração de poder nas mãos de Moraes preocupa defensores de liberdades civis em vários países. Para ele, o episódio não é isolado: “Há um padrão claro de tentativas de suprimir um lado político inteiro, afastando Jair Bolsonaro, líder apoiado por milhões de brasileiros, da vida pública e do processo democrático.”

Denúncias de excessos e menção a sanções

O senador citou relatos de prisões de idosos, sentenças consideradas desproporcionais e até mortes relacionadas aos eventos de 8 de janeiro. Jett atribui o cenário ao que descreve como uma “agenda socialista” que corroeria fundamentos do Estado de Direito.

Ele ainda lembrou que Moraes já foi formalmente sancionado por autoridades dos Estados Unidos. Por isso, advertiu que qualquer apoio institucional ao ministro pode resultar em “sanções secundárias” previstas em regulamentações internacionais.

Ao final, declarou apoio “irrestrito” a Bolsonaro, ao deputado licenciado (PL-SP) e a toda a família, dizendo que eles atuam como “pilares na resistência” a ameaças contra as liberdades civis. “O objetivo aqui não é vingança; é justiça, estabilidade institucional e o reencontro do Brasil com o papel de referência republicana que um dia inspirou tantas outras nações”, escreveu.

Audiência de custódia: prisão é mantida

Também neste domingo, terminou a audiência de custódia do ex-presidente, realizada por videoconferência na Superintendência da Polícia Federal no Distrito Federal. A Justiça decidiu manter a prisão preventiva decretada no dia anterior.

Durante o depoimento, Bolsonaro admitiu ter mexido na tornozeleira eletrônica, dizendo ter agido durante um momento de descontrole, mas negou qualquer intenção de fuga. Estiveram presentes seus advogados e representantes do Ministério Público.

A análise sobre a manutenção da prisão será levada à 1ª Turma do STF nesta segunda-feira, 24. Moraes delegou a condução da audiência à juíza auxiliar Luciana Sorretino, que integra seu gabinete.


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