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Silas Malafaia detona Moraes em ato: “Covardia, ilegalidade e imoralidade”

Pastor diz ter sido vítima de intimidação e compara operação da PF à Gestapo nazista

Durante a manifestação da direita realizada neste domingo (7) na Avenida Paulista, o pastor Silas Malafaia, um dos organizadores do evento, fez duras críticas ao ministro do Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes. Em discurso inflamado, Malafaia acusou o magistrado de promover uma perseguição política e religiosa inédita no Brasil.

Ele citou a apreensão de seu passaporte e de anotações bíblicas, determinada em 20 de agosto por ordem de Moraes, como exemplo de abuso. “Eu estava em Portugal, se quisesse fugir, eu ficava em Portugal onde tenho igreja ou ia para a América. Mas sabe o que é isso? É intimidação”, declarou.

O pastor classificou a medida como “covardia, ilegalidade e imoralidade”, ressaltando que a retenção do documento só caberia em casos de risco real de fuga. Ao criticar setores da Polícia Federal, chamou os agentes próximos ao ministro de “Gestapo de Alexandre de Moraes”, em referência à polícia secreta do regime nazista.

Relação com e vazamento de mensagens

Amigo de Jair Bolsonaro há duas décadas, Malafaia disse que essa proximidade lhe dá liberdade para opinar e ironizou vazamentos de conversas de seu celular apreendido. Segundo ele, os conteúdos foram divulgados de forma seletiva para “denegrir minha imagem perante a opinião pública”.

“Parece que Bolsonaro, Eduardo e Paulo Figueiredo são da ‘escolinha do Tio Silas’. É tudo do jardim da infância que o tio Silas comanda. Para vocês verem o nível da covardia”, ironizou, desafiando Moraes a tornar público todo o material do aparelho. O pastor afirmou ainda enviar vídeos para outros quatro do STF.

Críticas ao julgamento de Bolsonaro

Malafaia também questionou o fato de o julgamento do ex-presidente estar sendo analisado pela Primeira Turma do STF — composta por Moraes, e Flávio Dino — em vez do plenário. Para ele, a escolha visa acelerar um processo que teria como objetivo a prisão de Bolsonaro. “Sabe para quê? Para acelerar o processo e prender Bolsonaro. Isso é um circo, não é julgamento”, disparou.

Recados e defesa de

No ato, o pastor fez um desagravo público ao governador Tarcísio de Freitas, exaltando sua postura em defesa da anistia. Ao encerrar o discurso, mandou dois recados: um a Bolsonaro, dizendo que “Deus é especialista em transformar caos em bênção”, e outro a Moraes, em tom bíblico:

“Tu vens a mim com toga, com o seu poder e a sua injustiça. Porém, eu venho a ti em nome do Deus todo-poderoso, a quem tu tens afrontado. E Ele vai te derrotar no tempo certo.”


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