POLÍTICA

STF mantém prisão domiciliar e monitoramento eletrônico de desafeto de Flávio Dino no Maranhão

Plenário virtual do STF referendou prisão domiciliar e monitoramento de Raimundo Cutrim, ex-secretário do Maranhão e declarado desafeto de Flávio Dino

Plenário virtual acompanhou voto de Alexandre de Moraes; defesa de Raimundo Cutrim questiona acesso aos autos do processo sigiloso

O ex-secretário estadual do Maranhão Raimundo Cutrim seguirá em prisão domiciliar com monitoramento eletrônico. A decisão foi confirmada pelo virtual do Supremo Tribunal Federal, que referendou o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes. O ministro Flávio Dino se declarou impedido de participar do julgamento.

Origem das medidas e investigação sigilosa

As impostas a Cutrim remontam a julho de 2026, quando o próprio Dino determinou, além da prisão domiciliar, o afastamento do ex-secretário da Secretaria Extraordinária de Assuntos Legislativos do governo do Maranhão. As medidas foram tomadas dentro de uma investigação que corre em segredo de Justiça, relacionada a suspeitas de e obstrução de Justiça em caso que envolve apuração de no estado.

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