A reação de Brigitte no avião presidencial
O episódio mais dramático narrado na biografia teria ocorrido em maio do ano passado. Dentro do avião presidencial, pouco antes do desembarque em Hanói, no Vietnã, a primeira-dama Brigitte Macron, de 73 anos, teria encontrado a mensagem no celular do marido. A descoberta a levou a desferir um tapa no rosto de Emmanuel Macron.
Uma amiga próxima de Brigitte relatou ao autor da obra o impacto emocional do ocorrido: “O que magoou Brigitte não foi tanto o conteúdo da mensagem, mas o que ela sugeria: uma possibilidade. Ela se viu sendo apagada.”
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Entrar no grupo Versão oficial nega tudo categoricamente
A equipe da primeira-dama reagiu com rapidez à repercussão do livro. Um representante de Brigitte Macron negou de forma categórica a versão apresentada na biografia, assegurando que ela jamais mexe no celular do marido.
A atriz Golshifteh Farahani, por sua vez, já havia se pronunciado sobre o assunto anteriormente. Em março deste ano, em entrevista à revista Le Point, declarou: “Acho que falta amor para algumas pessoas e elas precisam criar romances como este para preencher o vazio.”
Equipe de Macron tentou controlar os danos
Quando imagens do suposto tapa começaram a circular, a equipe do presidente adotou diferentes estratégias para conter o caso. Em um primeiro momento, levantou a possibilidade de que o vídeo fosse uma criação de inteligência artificial. Posteriormente, mudou a narrativa e classificou o episódio como uma brincadeira do casal.
Um aliado de Macron reforçou essa versão: “Foi um momento em que o presidente e sua esposa estavam relaxando antes do início da viagem. Ele adora fazer brincadeiras com ela e ela sempre reage assim.”
O próprio Emmanuel Macron se manifestou publicamente, pedindo que as pessoas “se acalmassem” e insistindo que tudo não passava de uma brincadeira entre o casal.
Palácio do Eliseu permanece em silêncio
Até o momento, o Palácio do Eliseu, sede do governo francês, não se pronunciou sobre as revelações trazidas pelo novo livro. A publicação promete reavivar as especulações em torno da vida pessoal do presidente, justamente em um período que antecede possíveis movimentações políticas relevantes na França.