Defesa de Bolsonaro e críticas à delação de Mauro Cid
O governador disse acreditar que a Justiça será restabelecida e que os processos envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro resultam de um julgamento “maculado”.
“A Justiça vai se reestabelecer. Eu tenho certeza que nós vamos fazer Justiça para o Bolsonaro. Eu tenho certeza que os presos políticos vão ser libertos porque o bem vai vencer o mal. Nós não vamos aceitar que nenhum ditador diga o que a gente tem que fazer”, declarou.
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Entrar no grupo Tarcísio também questionou a delação do tenente-coronel Mauro Cid, alegando que pode ter sido obtida sob coação.
“Não se pode destruir a democracia sob o pretexto de resgatá-la. A gente não topa a impunidade. Mas também não pode haver condenação sem prova. A condenação sem prova abre uma ferida que nunca vai fechar”, disse.
Pressão por anistia geral
O governador defendeu abertamente a aprovação da anistia, incluindo o ex-presidente, e cobrou que o presidente da Câmara, Hugo Motta, coloque o projeto em votação.
“Se a gente está aqui hoje defendendo uma anistia, é porque a gente sabe que esse processo está maculado”, afirmou.
Em recado direto ao STF, Tarcísio disse:
“Não vamos aceitar a ditadura de um Poder sobre o outro. Chega.”
Ele também citou a fala do ministro André Mendonça sobre equilíbrio institucional e autocontenção do Judiciário como exemplo a ser seguido.
Bolsonaro como candidato em 2026
Tarcísio reafirmou que Bolsonaro será candidato nas próximas eleições presidenciais e lembrou que sua ausência no ato deve-se à prisão domiciliar.
“Essa festa aqui não está completa, porque Jair Messias Bolsonaro não está aqui conosco”, disse, sob aplausos dos apoiadores.