Justiça

Transparência Internacional condena afastamento de Gabriela Hardt e aponta tratamento desigual no combate à corrupção

Transparência Internacional repudia afastamento de Gabriela Hardt pelo CNJ e aponta disparidade de tratamento entre juízes da Lava Jato e investigados por corrupção

ONG critica decisão do CNJ contra ex-juíza da Lava Jato e denuncia contraste com situação de investigados por corrupção e ministros do STF

A organização Transparência Internacional se manifestou publicamente nesta quarta-feira, 5, contra a decisão que afastou a juíza federal Gabriela Hardt de suas funções por dois anos. A medida foi tomada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e está relacionada a supostas irregularidades na homologação de um acordo bilionário envolvendo a Petrobras.

Denúncia de dois pesos e duas medidas

No centro da crítica da ONG está o que ela classifica como uma disparidade gritante de tratamento. Segundo a Transparência Internacional, “juízes do STF estão recebendo milhões através de laranjas, empresas de fachada e contratos obscuros de parentes, pagos por indivíduos e empresas corruptas com processos em seu tribunal”, “ao mesmo tempo em que persegue implacavelmente juízes de instâncias inferiores que confrontaram a .”

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