Donald Trump E Iryna Zarutska Donald Trump E Iryna Zarutska

Trump pede pena de morte para acusado de matar jovem ucraniana em trem nos EUA

Presidente republicano reage ao caso de assassinato em Charlotte e pressiona por punição máxima

O presidente dos , Donald , defendeu nesta quarta-feira (11) que o homem acusado de matar a jovem ucraniana Iryna Zarutska seja condenado à pena de morte. O crime ocorreu em agosto, dentro de um trem em Charlotte, na Carolina do Norte.

Em mensagem publicada na rede Truth Social, Trump classificou o agressor como um “animal” e exigiu um célere:

“O animal que matou de forma tão violenta a bela jovem da Ucrânia, que veio para os Estados Unidos em busca de paz e segurança, deve receber um julgamento rápido (sem dúvida!) e ser condenado apenas com a pena de morte. Não pode haver outra opção.”

O caso Iryna Zarutska

A vítima, de origem ucraniana, foi atacada em 22 de agosto por Decarlos Brown, que a esfaqueou no pescoço. A jovem sangrou até a morte diante de passageiros que, segundo relatos, não reagiram para ajudá-la.

A brutalidade do crime gerou comoção nos Estados Unidos e reforçou o discurso de Trump em defesa de medidas mais duras contra criminosos violentos.

Trump: “Temos que ser impiedosos”

Na terça-feira (10), em vídeo divulgado pela Casa Branca na rede social X, o presidente já havia cobrado respostas mais enérgicas do sistema de :

“Temos que ser impiedosos como eles. Essa é a única coisa que eles entendem.”

Trump também declarou que o governo deve agir com “força e determinação” contra crimes violentos.

Processo contra o acusado

Nesta semana, o Departamento de Justiça apresentou uma denúncia federal contra Brown no Tribunal para o Distrito Ocidental da Carolina do Norte. Ele pode ser condenado à perpétua ou pena de morte.

As acusações federais se somam às já existentes na esfera estadual, onde Brown responde por assassinato em primeiro grau – crime que, na Carolina do Norte, também prevê pena de morte ou prisão perpétua.

Apesar disso, o estado não executa sentenças capitais desde 2006, devido a uma moratória nas execuções.


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