Rodrigo Pimentel, Ex Capitão Do Bope E Luciano Huck Rodrigo Pimentel, Ex Capitão Do Bope E Luciano Huck

Vídeo: Conheça o ex-capitão do Bope que revelou o passado de Luciano Huck no The Noite

O ex-capitão do Bope Rodrigo Pimentel voltou a ser assunto nas redes sociais depois de criticar o apresentador Luciano Huck durante entrevista ao programa The Noite, no SBT. Pimentel afirmou que Huck mudou seu posicionamento sobre operações policiais no Rio de Janeiro e resgatou um episódio do passado para ilustrar a crítica.

Durante a entrevista, o ex-policial comentou a reação de Huck à operação realizada recentemente no Estado, que deixou mais de 120 mortos, entre eles quatro agentes. Segundo Pimentel, o apresentador lamentou a perda de moradores, mas não mencionou as famílias dos policiais atingidos no confronto.

Para argumentar sua posição, Pimentel citou o artigo escrito por Huck em 2007, após ter um Rolex roubado em . Na época, o comunicador relatou ter sido vítima de violência urbana e cobrou ações policiais mais firmes, mencionando inclusive o personagem Capitão Nascimento — inspirado no próprio Rodrigo Pimentel — como exemplo de enfrentamento ao crime.

De acordo com Pimentel, o tom do texto de 2007 revela um contraste com as críticas recentes de Huck a operações de grande impacto nas comunidades do Rio. “Quando foi vítima, ele defendia intervenções mais rígidas. Agora, critica a polícia”, resumiu o ex-capitão.

Quem é Rodrigo Pimentel

Rodrigo Pimentel, 53 anos, serviu à do Rio de Janeiro e integrou o Bope entre 1995 e 2000, alcançando o posto de capitão. Tornou-se conhecido nacionalmente como coautor do livro Elite da Tropa, que inspirou os filmes Tropa de Elite e Tropa de Elite 2. Após deixar a PM em 2004, passou a atuar como consultor e comentarista de segurança pública, além de escritor.

A resposta de Huck

No Domingão, exibido este mês, Luciano Huck lamentou os resultados da operação no Rio e afirmou que “o modelo de segurança se repete sem trazer soluções reais”. O apresentador destacou a dor das famílias das vítimas e defendeu políticas públicas mais consistentes para reduzir a violência nas comunidades.

A divergência de visões reacendeu o debate sobre segurança pública, a atuação das forças policiais e o papel de figuras públicas na discussão.


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