A nostalgia do Pânico e o quadro das Head Girls
Emílio contextualizou suas falas lembrando como funcionava o ambiente do Pânico em seus tempos áureos. Segundo ele, as brincadeiras do programa eram inspiradas no icônico Jackass, programa americano famoso pelas pegadinhas radicais. “Na nossa época a gente fazia lá as brincadeiras. Porque o que acontece das meninas é que a gente copiou muito o Jackass”, explicou.
Dentro dessa lógica, surgiu um quadro chamado Head Girls, composto por mulheres que realizavam as mesmas “doideiras” que os integrantes masculinos. Emílio fez questão de ressaltar que a participação feminina não tinha conotação maliciosa: “Eram as meninas que faziam sucesso. As mulheres que faziam aquelas doideiras que a gente fazia. Então foi meio que baseado naquilo. Não era por sacanagem.”
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Entrar no grupo Ex-integrante se emociona ao relembrar a experiência
Participando da conversa, uma ex-integrante do Pânico contou como o programa transformou sua vida. Ela revelou que era extremamente tímida antes de entrar no elenco: “Eu lembro quando eu entrei no Pânico, eu era uma menina muito tímida. Muito, de ficar vermelha quando as pessoas falavam.”
A ex-participante atribuiu ao programa grande parte de seu desenvolvimento pessoal e profissional. “Meu, tudo que eu aprendi foi lá. Tudo que eu aprendi a falar, a me posicionar. Claro, a gente vem aprendendo com o tempo. Mas assim, foi uma grande oportunidade que eu tive na minha vida. Sou muito grata, Emílio. Muito grata”, afirmou.
Emílio também reconheceu que as integrantes femininas alcançaram grande visibilidade: “E vocês tiveram voz, né? Vocês ficaram muito famosas.” Ele lembrou que as Head Girls chegaram a participar de programas da Rede Record, ampliando ainda mais o alcance de suas carreiras.
Elogio ao time e à produção do programa
Ao encerrar o assunto, Emílio fez questão de elogiar toda a equipe que fez parte daquela fase do Pânico. “Claro, mas era um time bacana, né? O time, a produção. A produção nesse formato. E gente muito legal. Gente muito bacana que trabalhou no Pânico”, concluiu o apresentador, reforçando a nostalgia por uma época que, em sua visão, seria impraticável nos moldes atuais.
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