Histórico de terrorismo e conexões regionais
O’Grady relembra os atentados terroristas em Buenos Aires ligados ao Hezbollah, grupo apoiado pelo Irã: o ataque à embaixada de Israel em 1992 (29 mortos) e ao centro judaico AMIA em 1994 (85 mortos). Ela também cita o assassinato misterioso do promotor argentino Alberto Nisman, em 2015, um dia antes de depor sobre um suposto acobertamento do papel do Irã pela então presidente Cristina Kirchner.
Brasil de Lula e reaproximação com Teerã
A colunista critica diretamente Lula, afirmando que:
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Entrar no grupo “Em 2023, o presidente brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva permitiu que dois navios de guerra iranianos atracassem no Rio de Janeiro, sinalizando uma reaproximação entre Brasília e Teerã.”
Ela também cita a nota do Itamaraty que condenou o bombardeio recente do Irã por parte de Israel e dos EUA, caracterizando-a como uma declaração de apoio à teocracia iraniana.
Apoio de ditaduras da região ao Irã
O texto também ressalta os laços do Irã com a Venezuela, Cuba, Nicarguá e a Bolívia. A Venezuela, segundo O’Grady, mantém um relacionamento institucional profundo com Teerã, inclusive com compra de armamentos e montagem de drones militares com tecnologia iraniana.
“A Venezuela monta drones ANSU-100 e ANSU-200, com potencial para ameaçar investimentos de petróleo na Guiana”, informa a jornalista.
Além disso, o Irã fornece lanchas rápidas com capacidade para transportar mísseis antinavio para a Venezuela.
Rota de agentes clandestinos e preocupação com ataques
O’Grady alerta para a possibilidade de o Irã usar agentes clandestinos infiltrados na América Latina para promover ataques aos EUA ou aliados:
“Esses agentes foram contrabandeados para a região em voos diretos entre Teerã e Caracas, recebendo passaportes venezuelanos.”
Ela menciona uma matéria do Miami Herald, de 2017, que revelou que cerca de 10 mil cidadãos do Oriente Médio teriam obtido documentos venezuelanos por ano entre 2008 e 2009, durante o mandato de Tarek El Aissami, então vice-presidente.
Ameaça persistente
A jornalista conclui o artigo com um elogio à ofensiva militar norte-americana:
“A decisão de Donald Trump de enviar a equipe B-2 em sua brilhante e heroica missão foi um presente para a humanidade. Mas ninguém deveria se surpreender se o Irã e seus representantes nas Américas se recusarem a desistir.”