Mulher trans denuncia atriz após episódio em banheiro feminino do BarraShopping
Uma denúncia de transfobia envolvendo a atriz Cássia Kis, de 68 anos, ganhou repercussão nas redes sociais após ser tornada pública por Roberta Santana, uma mulher trans de 25 anos que trabalha no BarraShopping, na zona oeste do Rio de Janeiro.
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Roberta relatou, por meio de publicação em suas redes sociais, que o incidente ocorreu enquanto aguardava na fila do banheiro feminino do shopping. Segundo ela, a atriz teria proferido falas ofensivas questionando sua presença no local.
O relato de Roberta Santana sobre o episódio
De acordo com a jovem, as ofensas começaram antes mesmo de ela entrar em uma das cabines e continuaram quando saiu. Roberta descreveu a experiência como constrangedora e humilhante.
“Ouvi coisas absurdas, entrei em uma das cabines e, ao sair, ela continuava falando coisas horríveis, e questionando minha presença no banheiro com uma das funcionárias” – disse Roberta.
Ainda segundo o depoimento, as declarações atribuídas à atriz incluíam críticas sobre a presença de Roberta naquele espaço. “Ouvi ela dizer que o Brasil estava perdido porque tinha homem no banheiro, que não tinha uma placa ali autorizando minha entrada, coisas absurdas e deploráveis” – afirmou.
Vídeo registra discussão entre as duas
Roberta decidiu gravar parte do ocorrido. No vídeo que circulou nas redes, é possível acompanhar uma discussão entre ela e uma mulher apontada como Cássia Kis, embora o rosto da pessoa não apareça de forma nítida na gravação.
Durante a discussão registrada, a mulher identificada como a atriz nega a acusação e defende sua posição sobre o uso do banheiro. “Eu tenho uma vagina. […] Eu não vou no banheiro dos homens” – disse a mulher no vídeo.
Em resposta, Roberta rebateu: “Problema é seu. Mas eu frequento aqui porque eu sou uma mulher trans.”
Atriz ainda não se manifestou
Até o momento da publicação desta reportagem, Cássia Kis não se pronunciou publicamente sobre a acusação de transfobia feita por Roberta Santana. O caso segue repercutindo nas redes sociais e gerando debates sobre direitos de pessoas trans em espaços públicos.
O problema e aceitar a auto denominação de mulher trans. O certo seria mulher fake ou homem sabor artificial de mulher.