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Presidente Do Senado Federal, Rodrigo Pacheco
Presidente Do Senado Federal, Rodrigo Pacheco
Presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG). Foto: Marcos Brandão/Senado Federal

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Para enterrar proposta, Pacheco decide dar a senador do PT relatoria de projeto dos combustíveis

Ele diz que pretende votar o projeto em fevereiro. Só que não.

Ele diz que pretende votar o projeto em fevereiro. Só que não.

O presidente “roda-presa” do Senado, Rodrigo Pacheco, afirmou nesta segunda-feira (17), após o desabafo inconformado do presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que pretende pautar para votação em plenário o projeto que pretende criar uma estabilidade e previsibilidade no preço dos combustíveis para, assim, frear o modelo atual de remarcação frequentes aumentos nos postos de gasolina.

Pacheco, que é muito lento nas decisões e demasiado vulnerável a pressões, cedeu aos governadores estaduais que não queriam a aprovação do projeto, a fim de não parar a sequência história de receita do ICMS que incide sobre combustíveis.

Em nota da sua assessoria, Pacheco reiterou sua dificuldade de tomar decisões ao afirmar que submeterá a decisão ao Colégio de Líderes, em fevereiro, para decidir sobre a apreciação ou não do projeto. É uma forma de não ter de usar sua autoridade ou liderança, que sobram, por exemplo, no presidente da Câmara.

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Para mostrar de que lado está, ou seja, contrário ao projeto que, aprovado, fará bem à reputação de Arthur Lira, Pacheco já sinalizou que entregará a relatoria do projeto ao senador Jean Paul Prates (PT-RN). É a garantia de que o processo será demorado e com parecer contrário. Além disso, ele faz um gesto de simpatia ao PT, em seu projeto de vir a ser vice de Lula.

Existe ainda outro projeto sobre o tema tramitando na Casa, o projeto que proíbe a vinculação dos preços dos combustíveis derivados de petróleo aos preços das cotações do dólar e do barril de petróleo no mercado internacional. Pelo texto, a Petrobras não poderia vincular os preços dos combustíveis derivados de petróleo como o óleo diesel, a gasolina e o gás natural.

O autor desse segundo projeto, Jader Barbalho (MDB-PA), lembrou que a política de preços da Petrobras adotada em 2016 vincula a cotação do dólar ao preço do combustível pago pelo consumidor. “Ou seja, quando o dólar está alto, o preço do barril de petróleo também sobe, impactando diretamente no preço do combustível brasileiro”.

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As informações são do Diário do Poder


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3 Comentários

3 Comentários

  1. 123 de oliveira 4

    18/01/2022 em 2:33 pm

    Pacheco canalha

    • Ronaldo Pena

      18/01/2022 em 6:40 pm

      A gente fica se perguntando o
      que esse supra sumo da merda,
      esse pó de titica, faz aí na
      presidência desse senado.É por
      essas escrescência, que o povo
      já tá com os pacová cheio,ter
      que aturar essa corja de cana-
      lhas incompetentes, que só fa-
      zem atrapalhar o país. Vão em-
      bora cambada de patifes, nos
      deixem em paz.

  2. Mauro Costa

    18/01/2022 em 2:32 pm

    Só temos canalhas comunistas nessa cadeira do senado!
    Esse país não vai sair dessa Inhaca nunca!

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