– Nós reconhecemos, sim, o trabalho sério de evangelização, a entrega, a dedicação e a coragem de levar a Palavra de Deus a tantas pessoas. Isso é missão, isso é propósito, isso é fé de verdade.
Acusação de perseguição disfarçada
Na avaliação do deputado, as críticas direcionadas ao frei são injustas e escondem uma ofensiva contra valores cristãos.
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Entrar no grupo – Querer rotular um religioso que prega valores cristãos como intolerante ou misógino é, no mínimo, desonestidade intelectual. O que está acontecendo não é defesa de direitos — é perseguição disfarçada de discurso bonito.
Crítica direta à postura de Soraya Thronicke
O parlamentar se posicionou abertamente contra a atitude da senadora Soraya Thronicke, apontando o que chamou de “excesso de lacração”. Segundo Nogueira, determinados setores políticos estariam promovendo perseguição contra lideranças religiosas.
– Meus amigos, a Soraya resolveu atacar o Frei Gilson e chamá-lo de misógino por ele pregar o Evangelho. É aquele negócio: quando a lacração ultrapassa os limites – afirmou.
Laicidade não pode significar censura, diz deputado
Rodolfo Nogueira também abordou o princípio da laicidade do Estado brasileiro. Para ele, esse conceito não pode ser instrumentalizado para calar vozes religiosas.
– Vivemos em um país laico, sim. Mas laicidade não é censura religiosa. Laicidade é garantir que todos possam se expressar — inclusive quem prega o Evangelho.
“O que incomoda é a mensagem”
Ao encerrar sua manifestação, o deputado sustentou que os ataques vão além da pessoa de Frei Gilson e miram diretamente a mensagem cristã que ele transmite.
– O que incomoda essa turma da lacração não é o Frei Gilson. O que incomoda é a mensagem que ele carrega. E fica a pergunta: desde quando pregar a Bíblia virou crime? Desde quando defender princípios cristãos virou motivo de ataque? Seguimos firmes. Porque a fé não se cala, não se dobra e não se vende.