Alegações dos parlamentares apontam para um suposto vínculo da escola de samba com o crime organizado. “A situação é ainda mais agravada pelas revelações de possíveis ligações entre a referida escola de samba e organizações criminosas, incluindo a facção PCC”, eles redigiram.
E completaram: “estas associações são extremamente preocupantes, pois sugerem uma tentativa de minar a confiança pública nas instituições responsáveis pela segurança e ordem pública, além de possivelmente ameaçar a integridade do carnaval como espaço de expressão cultural livre de influências nefastas”.
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Um processo que investiga a suposta conexão entre a Vai Vai e o PCC está sendo tratado confidencialmente pela Justiça de São Paulo. Luiz Roberto Marcondes Machado de Barroso, também conhecido como Beto da Bela Vista, ex-diretor financeiro e atual conselheiro da agremiação, é um dos investigados.
Nas redes sociais, os deputados também criticaram o enredo escolhido pela escola de samba
As solicitações dos parlamentares mencionam o escândalo que envolve a Vai Vai e o grupo criminoso, pedindo que a escola de samba “seja proibida de receber qualquer forma de recurso público no próximo ano fiscal, como forma de sanção pela conduta irresponsável e ofensiva demonstrada”.
Os solicitantes argumentam que a ação seria um “claro sinal de que ofensas contra as instituições e profissionais de segurança não serão toleradas em nosso Estado”.
O documento solicita igualmente a revisão dos critérios para a concessão de auxílio financeiro a entidades e eventos, “assegurando que estes não estejam de forma alguma associados a atividades criminosas ou que promovam mensagens de ódio e desrespeito contra quaisquer grupos ou instituições”. As informações são do Diário do Poder.