Juliana Knust defende curso masculino de Cazarré e questiona críticas: "Por que isso incomoda?" Juliana Knust defende curso masculino de Cazarré e questiona críticas: "Por que isso incomoda?"

Juliana Knust defende curso masculino de Cazarré e questiona críticas: “Por que isso incomoda?”

Atriz publicou vídeo em apoio ao evento criado pelo ator e gerou debate nas redes sociais

A polêmica em torno do curso de masculino idealizado por Juliano Cazarré ganhou um novo capítulo após a atriz Juliana Knust gravar um vídeo em defesa da iniciativa. A publicação reacendeu o debate sobre o papel dos homens na busca por evolução pessoal e dividiu opiniões na internet.

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O que é O Farol e a Forja

Batizado de , o evento é descrito pela organização como “o maior encontro de homens do Brasil”. Está programado para acontecer entre os dias 24 e 26 de julho, na Uni Ítalo, em São Paulo. O curso foi anunciado pelo ator Cazarré, de 45 anos, na última quarta-feira (22) e contará com especialistas em áreas como empreendedorismo, , e vida espiritual.

O objetivo declarado do projeto é reverter o que Cazarré classifica como enfraquecimento masculino. O ator é declaradamente conservador, de direita e cristão. A do encontro, porém, atraiu uma onda de críticas nas redes sociais.

Juliana Knust questiona a reação negativa

Em meio ao embate, vozes de apoio também se manifestaram — entre elas, a de mulheres. Juliana Knust publicou um vídeo em que questiona diretamente o motivo da hostilidade contra o projeto do colega de profissão.

— Desde quando falar de paternidade virou um problema? Um homem como Juliano Cazarré, pai de seis filhos, casado, trabalhador, um homem religioso, um cara de bem, cria um encontro para discutir responsabilidade, presença, fé, saúde masculina. E isso é tratado como ameaça? Gente, tem uma coisa muito estranha acontecendo. Prestem bem atenção — disse.

Empoderamento feminino e valorização masculina podem coexistir

A atriz também fez questão de destacar que o empoderamento feminino é legítimo e necessário, mas argumentou que o mesmo respeito deveria valer para homens que desejam evoluir.

— Quando nós, mulheres, a gente se reúne para falar das nossas dores, da nossa força, dos nossos direitos, isso é necessário. É legítimo, urgente, inegociável. A gente sabe o medo que existe, a gente vive isso na pele, os números estão aí gritando, não dá para fingir que não existe! Mas, justamente por isso, quando homens querem se reunir para serem melhores, por que que isso incomoda? — questionou a atriz.

A diferença entre homens que ferem e homens que buscam evoluir

Knust encerrou sua publicação traçando uma linha clara entre dois perfis masculinos: aqueles que representam um perigo real para a sociedade e aqueles que tentam se tornar melhores pais, maridos e cidadãos.

— Gente, existe uma diferença enorme entre homens que ferem, abusivos, controladores, machistas, narcisistas, completamente equivocados, e homens que estão tentando evoluir. E ignorar essa diferença não protege ninguém; muito pelo contrário. Porque homem ausente machuca, homem despreparado desestrutura uma família inteira — finalizou.

O vídeo completo de Juliana Knust viralizou nas redes e ampliou ainda mais o debate sobre o curso de Cazarré.


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