Número contrasta com taxa oficial de 5,1% divulgada pelo IBGE no governo Lula
A taxa real de desemprego no Brasil pode ser mais que o triplo da divulgada oficialmente pelo governo federal. Segundo análise do professor e escritor David Gertner, publicada em artigo no Diário do Poder, o índice verdadeiro de desocupação no país alcança alarmantes 16,6%, muito acima dos 5,1% anunciados pelo IBGE para 2025.
De acordo com Gertner, a discrepância não é fruto de erro estatístico pontual, mas do próprio método adotado pelo IBGE, que excluiria sistematicamente milhões de brasileiros da conta oficial do desemprego, criando uma “ilusão de prosperidade” sob o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Critério restritivo distorce realidade do mercado de trabalho
O IBGE baseia seus dados na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua), que considera desempregada apenas a pessoa que não tem trabalho e que procurou emprego ativamente nas últimas semanas.
Segundo Gertner, esse critério exclui uma parcela expressiva da população economicamente ativa que está fora do mercado não por opção, mas por falta de oportunidades reais.
Desalentados ficam fora das estatísticas
Um dos principais pontos criticados é a exclusão dos chamados “desalentados” — pessoas que desistiram de procurar emprego após sucessivas tentativas frustradas. Embora estejam sem ocupação, esses brasileiros simplesmente deixam de existir nas estatísticas oficiais de desemprego.
Para o articulista, esse grupo representa milhões de trabalhadores invisíveis, empurrados para fora da contabilidade oficial para manter artificialmente baixa a taxa divulgada pelo governo.
Subocupados e dependentes de benefícios também somem
A crítica se estende ainda aos subocupados, trabalhadores que atuam poucas horas por semana e gostariam de trabalhar mais, mas não encontram vagas. Mesmo em situação precária, eles entram na conta como “ocupados”.
Além disso, Gertner aponta que beneficiários de programas sociais, como o Bolsa Família, também acabam funcionando como instrumento indireto para mascarar o desemprego estrutural, já que parte dessas pessoas permanece fora do mercado formal sem ser considerada desocupada.
Taxa real expõe exclusão muito maior
Ao incluir desalentados, subocupados involuntários e outros grupos ignorados pela metodologia oficial, os cálculos de Gertner elevam a taxa real de desemprego para 16,6%, revelando um cenário bem mais grave do que o apresentado nos discursos oficiais.
Segundo o autor, a diferença entre o número divulgado e a realidade concreta demonstra como estatísticas podem ser usadas politicamente para suavizar problemas estruturais profundos do mercado de trabalho brasileiro.
Alguma surpresa por este desgoverno de m…. estar usando índices manipulados para enganar o povo?
“Fake News”… what is the meaning for?