Críticas ao sistema judiciário e impacto na atividade parlamentar
Durante o vídeo, Eduardo Bolsonaro alertou que a decisão de Moraes ‘pode ser um divisor de águas’ para a atuação de parlamentares. Na avaliação do ex-deputado, uma eventual confirmação da condenação eliminaria a ‘tranquilidade’ necessária para debates durante o exercício do mandato.
‘Moraes votou para me condenar a um ano de prisão por um tuíte’, declarou o ex-parlamentar em suas redes sociais, acrescentando: ‘E vocês nem sabem de tudo.’
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Entrar no grupo Detalhes do processo judicial em andamento
O caso está sendo julgado no plenário virtual do STF, com prazo até 28 de abril para que os demais ministros apresentem seus votos. O processo teve origem em postagens de Eduardo Bolsonaro questionando um projeto de lei de Tabata Amaral.
Nas publicações controversas, o então deputado sugeriu que a socialista pretendia beneficiar terceiros e afirmou que sua campanha teria sido financiada pelo empresário Jorge Paulo Lemann.
Voto de Moraes e penalidades estabelecidas
Na sexta-feira (17), o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, votou pela condenação de Eduardo por difamação. A pena fixada foi de um ano de prisão em regime aberto, além de multa superior a R$ 126 mil.
Moraes rejeitou os argumentos apresentados pela defesa do ex-deputado durante o julgamento.
Alegações de perseguição e novos desdobramentos
Em sua manifestação deste domingo, Eduardo Bolsonaro denunciou o que considera perseguição por parte do ministro do STF. O ex-deputado também revelou que seu passaporte consta como roubado no sistema da Interpol.
Para esta segunda-feira (20), Eduardo anunciou a divulgação de um novo vídeo em seu canal no YouTube, onde promete apontar erros na decisão de Moraes e detalhar as consequências do que classifica como ‘mais este abuso’.