O documento dos parlamentares relata diversos abusos que teriam sido cometidos contra os presos.
Os parlamentares se reuniram na tarde com o embaixador brasileiro na ONU, Sérgio França Danese. Em seguida, o documento sobre o 8 de Janeiro será enviado a Genebra.
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Entrar no grupo Segundo os legisladores, o STF não leva em consideração os requerimentos de soltura temporária dos presos, bem como o acesso aos documentos do caso, as gravações das sedes dos Três Poderes, a avaliação médica conjunta, o confinamento domiciliar devido a comorbidades, entre outros.
“A presente petição é admissível diante das claras evidências de que os processos no âmbito nacional foram prolongados de forma injustificada”, argumentam os parlamentares no documento.
O documento também cita as pessoas que foram detidas em 9 de janeiro que estavam em frente ao quartel-general em Brasília.
Entre crianças e idosos, os detidos foram levados à Academia Nacional de Polícia e ficaram no local por dias.
“Durante esse período, foram inúmeros os relatos de pessoas que passaram mal, incluindo uma tentativa de suicídio, e que fizeram os mais diversos pedidos de socorro por meio das redes sociais”, diz o documento.
“Aos detentos dos dias 8 e 9 de janeiro foram imputados crimes diversos, de modo genérico, sem a devida individualização de condutas”.
Os parlamentares que foram até os EUA são: deputado federal Marcel van Hattem (Novo-RS) e os senadores Eduardo Girão (Novo-CE), Magno Malta (PL-ES) e Carlos Portinho (PL-RJ).