A maior dependência do benefício ocorre no Estado do Maranhão. Existem 641 mil empregos formais e aproximadamente 1 milhão de famílias maranhenses beneficiadas pelo Bolsa Família. Portanto, para cada trabalhador formal, existem dois moradores recebendo o Bolsa Família.
Santa Catarina é o Estado onde a proporção é menor, com 10 trabalhadores no mercado formal para cada beneficiário.
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Entrar no grupo Mesmo com as estatísticas, ocorreu uma diminuição geral na proporção no ano passado. Em 25 estados, a quantidade de beneficiários em comparação com os empregados registrados caiu. As únicas exceções foram o Distrito Federal e Santa Catarina, lugares onde a proporção já era pequena.
Aumento do Bolsa Família
No início de 2020, o país contava com 39,6 milhões de trabalhadores registrados e 13,2 milhões de pessoas recebendo o “Bolsa Família”. Em dezembro de 2021, após uma recuperação parcial do mercado de trabalho do impacto da pandemia de “Covid-19”, o número de beneficiários do programa aumentou para 14,5 milhões.
Em 2022, ano de eleições, o número aumentou para 21,6 milhões. Pelo menos 3 milhões dos 7 milhões de novos participantes foram adicionados ao programa nos três meses antes da votação.
O aumento acelerado de 49% no número de famílias beneficiárias despertou inquietações entre os economistas. Eles temiam que a rápida inclusão pudesse afetar a eficácia do programa.
Adicionalmente, em 2022, o valor do benefício teve um incremento temporário, alcançando R$ 600. Este valor acabou se tornando permanente após certo período. No ano seguinte, em 2023, uma nova ampliação fez o valor médio subir para R$ 680.
A escalada rápida do Bolsa Família ocorreu simultaneamente a uma debilitação do emprego formal, com vários trabalhadores se deslocando para o mercado informal. Portanto, em janeiro de 2023, para cada dois empregos formais, existia um beneficiário do Bolsa Família. As informações são da Revista Oeste.