Casa Branca mobiliza FBI para apurar mortes e desaparecimentos de militares e pesquisadores Casa Branca mobiliza FBI para apurar mortes e desaparecimentos de militares e pesquisadores

Trump mobiliza FBI para apurar mortes e desaparecimentos de militares e pesquisadores

Presidência americana determina investigação especial sobre casos suspeitos

Uma força-tarefa envolvendo o FBI e outras agências de inteligência foi acionada pela para apurar uma série de mortes e envolvendo especialistas de alto escalão. O grupo de 11 profissionais inclui pesquisadores em tecnologia nuclear, aeroespacial e sistemas de defesa.

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O presidente Donald confirmou ter recebido relatórios detalhados sobre os episódios e caracterizou a situação como “muito séria”. Segundo informações da Fox News, a busca identificar possíveis conexões entre os casos.

Padrão suspeito emerge no sudoeste americano

A porta-voz presidencial Karoline Leavitt declarou nesta sexta-feira, 17, que o governo procura elementos comuns entre os incidentes. “A suspeita de um padrão criminoso ganhou força logo que o general reformado da Força Aérea, William ‘Neil’ McCasland, sumiu no Novo México. Ele chefiava programas de pesquisa ultra-secretos em bases militares”.

O desaparecimento de McCasland, aos 68 anos, chamou atenção das autoridades. Em fevereiro, o oficial saiu de casa portando apenas um revólver, deixando para trás telefone celular, óculos e carteira. Apesar de relatar episódios de “nevoeiro mental”, a polícia local confirmou que mantinha total capacidade intelectual.

Série de sumiços seguem roteiro similar

Pelo menos quatro outros casos no sudoeste dos apresentam características semelhantes. Steven Garcia, Anthony Chavez e Melissa Casias — todos com vínculos ao Laboratório Nacional de Los Alamos ou à produção de componentes nucleares — abandonaram suas residências a pé, deixando pertences pessoais para trás.

De acordo com o canal norte-americano, todos os envolvidos possuíam credenciais de segurança do mais alto nível de classificação.

Mortes violentas de pesquisadores geram alarme

A relação de óbitos inclui casos que levantam suspeitas. Amy Eskridge, que desenvolvia pesquisas em tecnologia antigravidade, foi executada a tiros em 2022. O físico nuclear Nuno Loureiro e o astrofísico Carl Grillmair também foram encontrados baleados em suas casas nos últimos meses.

O trabalho de Loureiro na área de fusão nuclear era considerado revolucionário para o setor energético, conforme reportado pelo jornal Daily Mail.

Cientistas da NASA entre as vítimas

Especialistas da agência espacial americana como Frank Maiwald e Michael David Hicks também registraram mortes sob circunstâncias suspeitas, embora os detalhes das causas não tenham sido divulgados. Maiwald coordenava estudos para detectar sinais de vida extraterrestre, enquanto Hicks trabalhava em projetos para desviar asteroides que representassem ameaça ao planeta.

Órgão de segurança nuclear acompanha casos

A Administração Nacional de Segurança Nuclear (NNSA) confirmou que monitora os relatórios relacionados aos seus funcionários. Donald Trump informou que o governo deverá apresentar conclusões em aproximadamente dez dias sobre a possibilidade de os eventos serem resultado de ações coordenadas por adversários externos ou meras coincidências.


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