Comparação com viagens anteriores
Se a presença dos 15 ministros em Barcelona for confirmada integralmente, será a maior delegação ministerial em viagens internacionais de Lula neste mandato. O registro anterior era de 14 ministros, alcançado tanto na COP28, realizada em Dubai em 2023, quanto na visita a Santiago, no Chile, em 2024.
Missões diplomáticas ao Japão e à Índia contaram com 11 ministros cada uma. Mesmo viagens à China — principal parceiro comercial do Brasil — mobilizaram comitivas numericamente menores do que a atual.
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Entrar no grupo Quem integra a delegação
Conforme informações do jornal O Estado de S. Paulo, a delegação reúne titulares de pastas estratégicas como Fazenda, Relações Exteriores, Justiça, Indústria e Comércio, Minas e Energia, Meio Ambiente e Ciência e Tecnologia. Ministérios de áreas sociais e órgãos de controle também estão representados.
Além dos ministros, fazem parte do grupo dirigentes de estatais e instituições públicas, entre elas o Banco Nacional de Desenvolvimento, a ApexBrasil e a Fiocruz. O diretor-geral da Polícia Federal também viaja com a comitiva. Na etapa alemã, está prevista a presença da presidente da Petrobras.
Custos da viagem ainda não foram divulgados
O governo federal não apresentou até o momento uma estimativa dos gastos com a missão. A prática habitual é consolidar os custos apenas após o encerramento das viagens, com base na execução orçamentária registrada.
Agenda oficial nos três países
O roteiro inclui reuniões bilaterais, encontros ampliados entre ministros e participação em fóruns políticos e empresariais. Em Barcelona, Lula terá reunião com o primeiro-ministro Pedro Sánchez e marcará presença em eventos multilaterais.
Na Alemanha, o presidente brasileiro cumprirá compromissos com o chanceler Friedrich Merz e se encontrará com empresários do país. Já em Portugal, a agenda prevê uma parada breve para encontros com autoridades locais.
Uma das últimas grandes missões internacionais do governo
Nos bastidores, segundo o Estadão, diplomatas classificam esta viagem como uma das últimas grandes incursões internacionais da atual gestão. A expectativa é de que os encontros resultem em avanços concretos nas negociações comerciais e diplomáticas entre o Brasil e seus interlocutores europeus.