A porta-voz deu essas declarações em um momento em que a Casa Branca continua revendo sua política em relação a Cuba, quase seis meses após a tomada de posse do presidente dos EUA, Joe Biden.
Durante a campanha eleitoral, Biden prometeu que voltaria ao processo de descongelamento das relações com a ilha, iniciado pelo ex-presidente Barack Obama, do qual ele foi vice.
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Entrar no grupo Por enquanto, porém, o democrata não fez da política para Cuba uma prioridade, e a Casa Branca deu sinais de que não está totalmente claro que ele quer reverter todas as medidas pesadas contra Havana, promovidas por seu antecessor, Donald Trump.
– Em nossa revisão dessas políticas, um dos grandes fatores é garantir que não estamos fazendo nada para encher os bolsos de um regime autoritário e corrupto – destacou Psaki nesta quinta.
Muitas das sanções impostas por Trump a Cuba procuraram cortar o fluxo de receitas para os serviços militares, de inteligência e de segurança do país caribenho, que controlam grande parte do setor de turismo da ilha.
Psaki também respondeu a uma pergunta sobre a possibilidade de os EUA tomarem medidas para contornar o apagão da internet móvel que vem ocorrendo desde os protestos de domingo, o que especialistas e ativistas dizem ter como objetivo evitar a repetição das manifestações.
– A falta de acesso à internet é um enorme problema em Cuba e é um enorme desafio para o povo cubano, em termos de obter acesso à informação ou falar com familiares. Estamos certamente avaliando isso para ver o que podemos fazer a respeito – respondeu a porta-voz da Casa Branca.
As informações são da EFE